No período da tarde, a oficina foi realizada nos quilombos de Chã e Aracati, também com 16 mulheres, mantendo a mesma temática. No entanto, observou-se uma dinâmica distinta, evidenciando a diversidade de pensamentos e vivências, bem como a riqueza presente nessa pluralidade. Nesse momento, participaram mulheres articuladas na luta por direitos, com relatos marcantes de resistência, que atuam ativamente em movimentos sociais e reconhecem que a busca pela melhoria das comunidades onde vivem é um dos principais motivos para a permanência e não desistência diante das adversidades.

